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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

SERVINDO COMO DEUS QUER


Quero servir por amor, não por interesse próprio.
Quero servir com graça, não com segundas intenções.
Quero servir por fé, não por conveniência.
Quero servir com alegria, não por necessidade.
Quero servir a Deus, não a mim mesmo.
Quero servir aos meus irmãos, não ao meu egoísmo.
Quero servir como Deus quer!


A Deus toda Glória!

domingo, 3 de junho de 2007

Não desprezes o dom


Observe os dois textos a seguir, os quais são palavras de Paulo destinadas a Timóteo.



Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério. (I Tm 4.14)

Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos. (II Tm 1.6) – grifos meus.

Quando Paulo escreveu a primeira carta ao seu discípulo Timóteo, precisou admoestá-lo a não desprezar ou não negligenciar o dom que havia recebido. É claro que este “dom” era uma capacitação operada pelo Espírito, dando a Timóteo a plena condição de cuidar da obra que lhe estava proposta.

Algum tempo mais tarde, Paulo precisou voltar a admoestar mais uma vez o seu filho na fé. O apóstolo usa a expressão “despertes o dom” indicando que, de alguma forma, Timóteo estava desanimado e precisando revivificar o seu ministério.

As razões que levaram Paulo a escrever tais admoestações para Timóteo nos são desconhecidas; no entanto, podemos supor que as pressões decorrentes do ministério exercido por ele eram suficientes para provocar reações espirituais e emocionais que o deixavam desanimado e incapaz de conduzir o trabalho da forma como Paulo esperava.

As palavras de Paulo a Timóteo bem que podem ser destinadas a todos que desejam ser úteis e frutíferos no Reino do nosso Deus. Quem nunca precisou ouvir palavras como estas? Quem nunca precisou de alguém que o pegasse pelos braços, desse um sacolejo e o confrontasse por conta de atitudes vacilantes e, até, negligentes no que diz respeito ao seu compromisso com a vida e com a obra de Deus?

Que não sejamos negligentes quanto ao que Deus tem colocado em nossas mãos. É melhor cuidar do que se tem do que tentar recuperar algo que perdeu. Quando se perde o entusiasmo, a paixão, o zelo, a determinação pelas coisas do Reino, a pessoa entra num período de esfriamento que o paralisa e o faz sentir-se muito mal, culpando-se por não estar vivendo aquilo para o qual Deus o salvou e capacitou.

Que até mesmo antes do Dia Final possamos ouvir do nosso Senhor: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei”. – Mt 25.21

A Deus toda a Glória!

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Discipulado



Não há chamado mais alto, comissão mais clara no Novo Testamento, do que a ordem de reproduzir em outros o caráter que o Espírito de Deus criou em você.

Paulo sabia que o simples conduzir uma pessoa a Cristo não bastava. Ele considerava vão o seu trabalho se seus filhos espirituais não se tornassem discípulos maduros. E discípulos maduros reproduzem suas vidas em outros - produzindo frutos duradouros.

A atividade não substitui a obediência; o viver ocupado não pode tomar o lugar da reprodução. Um discípulo que funciona é mais valioso para a edificação da Igreja do que uma multidão de crentes carnais. Resista à tentação de se envolver tanto nas atividades do "trabalho cristão" que negligencie as coisas do Reino. Reavalie as suas prioridades à luz da comissão de Cristo de fazer discípulos.

Trechos extraídos do livro A Formação de Um Discípulo de Keith Phillips.


A Deus toda a Glória!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Unção


Texto de Charles Spurgeon, extraído de Lições aos Meus Alunos.

Para nós, ministros, o Espírito Santo é absolutamente essencial. Sem Ele o nosso ofício não passa de um nome. Não nos arrogamos sacerdócio além e acima daquele que pertence a todos os filhos de Deus. Mas somos sucessores daqueles que, nos velhos tempos, foram movidos por Deus a proclamar a Sua Palavra, a dar testemunho contras as transgressões e a dirigir a Sua causa.

A menos que o espírito dos profetas esteja repousando sobre nós, o manto que usamos não passa de um traje tosco e enganoso. Como objetos dignos de aversão, devíamos ser expulsos da sociedade dos sinceros por ousarmos falar em nome do Senhor - se é que o Espírito de Deus não repousa sobre nós.

Cremos que somos arautos de Jesus Cristo, designados para continuar o Seu testemunho na terra. Mas, sobre Ele e sobre o Seu testemunho sempre repousou o Espírito de Deus, e se Este não repousa sobre nós, é evidente que não somos enviados ao mundo como Cristo foi.

No dia de Pentecoste, o início da grande obra de converter o mundo foi com línguas flamejantes e com um forte e impiedoso vento, símbolos da presença do Espírito. Portanto, se pretendemos ter bom êxito sem o Espírito, não estamos seguindo a norma pentecostal. Se não temos o Espírito que Jesus prometeu, não podemos cumprir a comissão que Jesus deu.

A Deus toda a Glória!

segunda-feira, 28 de maio de 2007

O caminho da auto-realização


"Não tenho dúvida de que boa parte, senão a totalidade,
da infelicidade humana
explica-se por essa tendência de viver de maneira egoísta.
Num mundo tão diverso, ninguém consegue ser feliz
se tudo o que valoriza é seu conforto e bem-estar pessoal.
Por mais distintos que sejam,
todas as tradições de espiritualidade têm um ponto comum:
concordam que as pessoas mais estabilizadas na vida,
e por que não dizer, felizes,
são aquelas que cultivam o espírito abnegado, solidário, altruísta.
Esse é mais um, senão o, paradoxo da vida:
o caminho da auto-realização é a negação do ego".

Ed René Kivitz, extraído do livro Vivendo com Propósito.

A Deus toda a Glória!

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Reflexões



Alimento para a alma


"Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus". Mt 4.4

Este texto é muito claro. A Palavra de Deus é o alimento que precisamos para sermos vivos e para continuarmos vivos. A Palavra de Deus é suficiente para nutrir cada um dos Seus filhos com o poder e a graça necessária, a fim de que vivam em Deus e por Deus, já que somente nele está a verdadeira vida.

Creio que todo cristão que se preze consentirá com cada uma das afirmações acima. No entanto, temo que estamos vivendo dias em que muitos estão sendo muito mal nutridos com a Palavra que procede da boca de Deus, a qual deve ser servida como pão espiritual suficiente para nutrir, fortalecer e dar vida. Refiro-me, especificamente, ao tipo de alimento que estão servindo a partir dos púlpitos das igrejas.

Certa vez, ouvi alguém falar o seguinte: "Temos que pregar a Palavra, e não sobre a Palavra". Concordo com este pensamento, e creio que ele significa o seguinte: temos que anunciar a Palavra, o seu significado real, o que Deus pretendeu dizer e continua dizendo por meio do texto bíblico. Não precisamos usar textos bíblicos para dizer o que queremos, mas proclamar o texto e o que, de fato, ele está comunicando.

Por exemplo: certa vez ouvi alguém tentando dizer que podemos fazer as coisas acontecerem, simplesmente, pelo exercício da pura fé. E para tanto, a pessoa se utilizou do texto de Hb 11.1, que diz: "Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem". A partir deste texto, a pessoa começou a fazer uma encenação, como se estivesse passando a mão sobre a superfície de algo, que ele disse que viria a ser um carro. Os olhos da carne não poderiam ainda vê-lo, mas pela fé, qualquer um poderia crer que o carro já estava alí, num exercício profético, declarando que no mundo invisível aquele carro já era real, e que ele viria para as mãos daqueles que cressem que um carro iriam receber.

Cada vez que as palavras de Deus são usadas para dizer o que os homens querem dizer, independentemente das suas intenções e motivações, e não o que Deus quis dizer, então, o que está sendo servido não é a Palavra de Deus, e não pode, em hipótese alguma alimentar verdadeiramente uma alma. O que está acontecendo é uma perversão do ensino divino, um desvio da verdade de Deus, e, portanto, as pessoas que aceitam o erro como verdadeiro, acabam se tornando, sem saber, escravos de uma mentira que, dita por boca de supostos profetas de Deus, acaba escravizando pessoas e deixando-as totalmente desnutridas do verdadeiro alimento que cada um de nós precisa.

Daí a necessidade de sermos zelosos com o estudo da Palavra, buscando o auxílio do Santo Espírito para compreendê-la e o poder dele para aplicá-la. Assim sendo, a Palavra, realmente, nos servirá como alimento, nutrirá a nossa vida, em Cristo, e poderá ser compartilhada de púlpito, ou numa sala de estar, saciando almas que anseiam por se alimentar do Deus vivo que nos alimenta dele mesmo, por meio da Sua Santa Palavra.

A Deus toda a Glória!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Reflexões




Jerry Bridges escreveu o seguinte: "Fui ministro cristão de tempo integral por mais de vinte e cinco anos e servi tanto além-mar quanto nos Estados Unidos. Durante este período, encontrei muitos cristãos talentosos e capacitados, mas creio que encontrei apenas alguns piedosos".

Estas palavras me fazem reavaliar quem sou, o que estou fazendo e qual a motivação para o que faço. Espero, sinceramente, que aquilo que faço para Deus e em nome de Deus, possa ser fruto de quem de fato sou, alguém recriado em Cristo para o louvor da Sua glória. E por ser quem sou, não posso descuidar da real motivação para o que faço, e esta motivação deve ser baseada no amor de Deus, visando a honra dele e o bem das pessoas a quem sirvo.

Se minha motivação real não for esta, então posso começar a me preocupar, porque tanto não sei o que está realmente dentro de mim, nem sei quem, de fato, sou.

Quero ser mais do que um cristão talentoso, almejo ser um filho de Deus piedoso, temente a Deus, obendiente a sua Palavra e alguém que frutifica segundo a natureza de Jesus Cristo.